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6 reflexões para educar um filho sem mimar

A maioria dos pais desejam ser bons e justos. Amamos nossos filhos, queremos o bem deles e desejamos que cresçam e sejam felizes, mas sabemos que temos imperfeições e que podemos melhorar.

Não existe maior dádiva do que a de ser mãe e pai, poder carregar um pequeno ser em nosso ventre e após o período de desenvolvimento pegá-lo no colo e aninhá-lo em nosso corpo, não existe sensação melhor e mais prazerosa do que segurar nosso filho nos braços. Porém, chega um momento em que crescem e necessitam de orientação e disciplina, e cabe a nós como pais educá-los e orientá-los a terem boa conduta, portanto:

  1. Saber educar

Saber educar pode exigir dos pais um grande esforço. Exigirá de nós tempo, paciência, amor e compreensão. Muitas vezes perderemos a calma e podemos agir de maneira explosiva com uma criança que apenas precisa ser orientada. Não podemos esquecer que nossos filhos seguirão nossos passos, somos seus maiores professores, eles observarão nosso exemplo e nos imitarão.

  1. Ensinar o que é bom

Vejo em muitos lugares crianças gritando umas com as outras, batendo, beliscando, crianças que cospem, falam palavrões e mentem, e por que será? Por que agem assim? Onde está o erro? Essa é uma pergunta que cada pai e mãe deve fazer-se individualmente e ponderar qual o reflexo que têm para essas crianças.

É verdade que agimos e muitas vezes nem nos damos conta de nossas próprias ações, classificando isso como impulso. Devemos fazer uma autoavaliação sobre nossa forma de agir e falar, pois esse reflexo influencia nossos filhos em seu desenvolvimento e dinâmica. Que tipo de pais queremos ser? Que tipo de filhos estamos educando para o mundo?

É claro que nem sempre a ação de uma criança quer dizer que ela tem determinadas atitudes porque foi ensinada pelos pais, mas muitas vezes funciona dessa forma. Por exemplo, uma criança pode beliscar a outra porque a mãe a belisca, mas pode agir dessa forma também devido a algum transtorno, acontecimento, traumas no lar, hiperatividade ou dificuldade na comunicação. As causas podem ser variadas, por isso caso perceba que seu filho age assim, sem o incentivo de nenhum adulto, ou influência de outras crianças, é importante uma avaliação profissional.

  1. Amar, mas corrigir

É importante salientar que devemos sim amar nossos filhos, mas ensiná-los a ter autocontrole em suas próprias ações é de extrema importância. Devemos ensiná-los a tratarem bem as pessoas à sua volta, a serem cordiais e gentis e não violentos, caso seu filho esteja sofrendo violência escolar é importante ir à escola e conversar com professores e diretores.

  1. Tolerar, mimar?

Tolerar seus erros e mimá-la não educa. Não é assim que uma criança irá aprender sobre boa conduta. É preciso ter equilíbrio em todas as coisas e não pensar que seu filho fez porque não teve intenção de magoar. Corrigir cedo é o melhor caminho, pois dará a certeza que ao fazer algo errado a mãe e o pai não estarão de acordo com ele.

A birra é uma demonstração de atenção exagerada. Se tivermos controle sobre isso e ensinarmos que a criança não necessita da birra para conseguir o que deseja, mas que precisará pedir e conversar com os pais, não sofreremos muito. Deixe seu filho ser responsável por seus próprios atos!

  1. Limites

Sim, é preciso haver regras e limites, seu filho precisará aprender bons princípios! Coisas como estas são fundamentais:

– Colocá-lo para dormir cedo.

– Tempo para brincar.

– Tempo para fazer as tarefas.

– Tempo para usar o computador e jogos.

  1. Boas ou más?

Ele pode te chamar de “mãe chata” ou uma “mãe má”, mas pior será se você não impor regras e não orientá-lo a agir corretamente. Deixe que seu filho a chame assim, um dia ele irá agradecer, pois a pior mãe do mundo agora, certamente será uma excelente mãe no futuro quando a criança se tornar adulta e conseguir enxergar os motivos de suas ações!

Amar é muito mais que apenas colocar uma criança no mundo, é preciso ensiná-la com amor, mas também ter a preocupação de ensinar corretamente. Uma mãe maravilhosa não é aquela que dá toda liberdade para os filhos, mas aquela que sabe impor limites.

Fonte: família.com.br