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‘Monstro Rosa’ e ‘Pássaro Amarelo’ querem ensinar o que é diversidade às crianças

Um pássaro amarelo, que nasceu com as asas curtas, não pode voar e se entristece ao

receber postais que seus amigos mandam de viagens pelo mundo. Um monstro rosa, grande, felpudo e desengonçado, nasceu em um lugar onde tudo é preto e branco. Estranhos em diferentes ninhos, as duas historietas, contadas e ilustradas pela espanhola Olga de Dios, falam de algo em comum: diversidade e a superação de deficiências.

Se ainda não somos sensíveis no trato dessas questões, nós, adultos e, no caso, profissionais de comunicação, como conversar com crianças sobre temas como diversidade e preconceito?

Pássaro Amarelo e Monstro Rosa são dois novos livros lançados pela Boitatá, selo infantil da editora Boitempo, que tem se dedicado a promover o aprendizado e o questionamento crítico através da leitura. Escritos pela ilustradora Olga, as publicações também tratam de gordofobia e do livro compartilhamento de saberes.

Embora as narrativas lembrem outros tantos contos similares, como o clássico do Patinho Feio, tanto Monstro Rosa quanto Pássaro Amarelo parecem traçar caminhos opostos. Enquanto o pato torna-se cisne para ser feliz, por exemplo, o monstro colorido e o pássaro das asas curtas aprendem a se aceitar como são.